“TRÊS VEZES PIVA”, com Claudio Willer


NOVO CICLO ONLINE – “TRÊS VEZES PIVA”, com Claudio Willer

Amigos por mais de 50 anos e cúmplices de uma criação poética marcada tanto pela Paulicéia Desvairada quanto pela comunhão com a natureza, os poetas Roberto Piva e Claudio Willer compartilharam uma visão de mundo influenciada pelas tradições mais rebeldes da poesia mundial. Em comum, a mesma reivindicação: a não separação entre poesia e vida, entre erudição e rua.

Marginalizado por décadas por suas ousadias, dicção transgressiva e irreverente, Piva acabou tornando-se, dez anos após sua morte e 57 anos após a estreia em livro com Paranoia, um poeta de especial prestígio entre os que integraram sua geração – aquela dos “Novíssimos” da década de 1960.

Nada mais oportuno do que o próprio Claudio Willer compartilhando o seu olhar sobre Piva neste ciclo de palestras ONLINE!

QUANDO: às quintas-feiras, de 26/11 a 10/12, das 20 às 22 horas (três encontros de 2 horas).

ONDE: Ao vivo no Google Meets

Preço: R$150,00 (Cento e Cinquenta Reais) somente via PagSeguro, à vista ou em até 18X no cartão.

​Inscrições até 24/11! Garanta já sua vaga!

PARA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O CICLO & PAGAMENTO: acesse o site! https://willercursos.wixsite.com/willer

“Três sessões, com a duração de duas horas cada, incluindo o exame dos três volumes das obras reunidas pela Globo Livros, lançadas entre 2005 e 2008 – Um Estrangeiro na LegiãoMala na Mão & Asas PretasEstranhos Sinais de Saturno, além de publicações mais recentes, como a biografia-reportagem Os dentes da memória, a coletânea de entrevistas Encontros: Roberto Piva lançadas pela Azougue, o volume Antropofagias e outros escritos, pela Córrego / Biblioteca Roberto Piva, e o ainda inédito Corações de Hot-Dog. E a contribuição do que já foi escrito sobre ele: as 21 teses e dissertações – conforme o levantamento na página de internet da Biblioteca Roberto Piva – além de uma quantidade de ensaios e de uma filmografia, composta por documentários, mais a videografia e registros acústicos.

Marginalizado por décadas por suas ousadias, dicção transgressiva e irreverente, Piva acabou tornando-se, dez anos após sua morte e 57 anos após a estreia em livro com Paranoia, um poeta de especial prestígio entre os que integraram sua geração –dos “Novíssimos” da década de 1960. Comprovam-no, além da bibliografia sobre ele, seus leitores, incluindo poetas mais recentes em cuja obra se percebem os traços ou marcas dessa leitura.

Classificá-lo como “delirante”, “louco” ou “alucinado”, sendo procedente, também pode ser simplificador. Principalmente, ao deixar em segundo plano a amplidão de sua cultura e sua condição de entusiástico poeta-leitor.

Além de haver sido amigo e interlocutor de Piva, e de haver participado das bancas de pelo menos metade dessas teses e dissertações, e de constar da bibliografia de todas elas, publiquei vários artigos – alguns deles estão na página de internet Academia.edu. Pretendo, nesta série de palestras, ir além, adicionar ao que já foi dito sobre o autor de Paranoia. Com relação a esse livro, tratar da extraordinária contribuição do artista plástico Wesley Duke Lee, que o ilustrou com fotografias, cujo valor cresce com o tempo.”




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