Poesia, Filosofia e Educação


Poesia, Filosofia e Educação: Literatura e formação de caráter estético em Ângelo monteiro

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O tema desse artigo é a obra de Ângelo Monteiro, analisada com olhar interdisciplinar entre a Educação, a Filosofia e a Literatura, com uma vista a uma educação lato sensu, integral, inspirada na Paideia grega. Acreditamos que a poesia desse autor, com versos metafísicos, religiosos e que transcendem o quotidiano, através de temas do dia a dia, posta-se em nossa modernidade como um verdadeiro palco de formação de caráter moral do ser humano, no sentido de formar o gosto estético comum. Uma leitura que se presta a uma ação educadora do bom senso literário, ajudando o apreciador da arte a descobrir, através da profundidade de seus versos metafísicos, metrificados ou livres, critérios para nortear a escolha de obras e autores que formem o caráter e o gosto do leitor.

Consideremos algumas informações sobre esse sistema ou filosofia da educação gregos. Paideia (FO 1943: Paidéia; em grego antigo: παιδεία paideia) refere-se ao sistema de educação e formação ética da cultura grega, que incluía temas como Ginástica, Gramática, Retórica, Música, Matemática, Geografia, História Natural e Filosofia, objetivando a formação de um cidadão perfeito e completo, capaz de liderar, ser liderado e desempenhar um papel positivo na sociedade. O conceito surgiu nos tempos homéricos e permaneceu em sua essência inalterado ao longo dos séculos, embora variando suas formas de aplicação e as disciplinas envolvidas e continua a interessar muitos educadores e pensadores contemporâneos (WIKIPEDIA, 2015).

O desenvolvimento do conceito tem gerado considerável debate entre os historiadores, havendo muitas opiniões divergentes. Mesmo na Grécia ele era entendido de várias formas, que mudaram ao longo do tempo. No entanto, havia um padrão genérico nitidamente reconhecido. Inicialmente, a palavra paideia (de paidos – criança) significava simplesmente “criação de meninos”; seu escopo era limitado a uma instrução em ginástica e música – “música” no sentido das disciplinas presididas pelas musas, que incluíam, entre outros, elementos de história, eloquência, dança, religião e música propriamente dita. Tinha entre seus objetivos mais centrais a transmissão dos costumes coletivos; de fato, era a expressão e reflexo desses mesmos costumes que passavam de geração em geração. De acordo com Kevin Robb, os gregos reconheciam que Paideia era em suma a aceitação dos modelos dos ancestrais, na forma como um jovem à medida que cresce, aceita e imita o modo de vida de seus pais e seus “ídolos” – em geral, os melhores atletas e guerreiros -um processo de transmissão de cultura que o autor pondera ser tão velho quanto a espécie humana. Uma vez que no período Arcaico a transmissão da cultura estava fundamentada essencialmente na oralidade, o resumo da civilização grega arcaica compilado por Homero em suas obras poéticas teve um importante papel no sentido de organizar esse corpo de conhecimento e tradições coletivas, e a ampla autoridade que Homero ganhou entre os gregos garantiu sua perpetuação de uma forma relativamente estável por muito tempo. Não por acaso a educação envolvia a memorização e récita da poesia homérica, concebida também como instrumento didático e moralizante, e não apenas um deleite para os sentidos ou um simples entretenimento. Platão pensava que “a essência de toda a verdadeira educação ou Paideia é a que dá ao homem o desejo e a ânsia de se tornar um cidadão perfeito e o ensina a mandar e a obedecer, tendo a justiça como fundamento”. Aristófanes disse mais ou menos o mesmo, declarando em As Nuvens que o objetivo da educação não era simplesmente adquirir o domínio sobre as matérias ministradas, mas produzir igualmente a excelência moral, enlaçando as potencialidades mentais e físicas em um caráter bem formado, de tal maneira que o homem pudesse ser um melhor cidadão. Como interpretou modernamente Jaeger, os gregos deram o nome de Paideia a “todas as formas e criações espirituais e ao tesouro completo da sua tradição, tal como nós o designamos por Bildung ou pela palavra latina, cultura.” Daí que, para traduzir o termo Paideia “não se possa evitar o emprego de expressões modernas como civilização, tradição, literatura ou educação; nenhuma delas coincidindo, porém, com o que os gregos entendiam por Paideia. Cada um daqueles termos se limita a exprimir um aspecto daquele conceito global. Para abranger o campo total do conceito grego, teríamos de empregá-los todos de uma só vez”. ]Segundo Marrou, na sua abrangência, o conceito de Paideia não designa unicamente a técnica própria para, desde cedo, preparar a criança para a vida adulta. A ampliação do conceito fez com que ele passasse também a designar o resultado do processo educativo que se prolonga por toda vida, muito para além dos anos escolares. A Paideia, vem por isso a significar “cultura entendida no sentido perfectivo que a palavra tem hoje entre nós: o estado de um espírito plenamente desenvolvido, tendo desabrochado todas as suas virtualidades, o do homem tornado verdadeiramente homem” (WIKIPEDIA, 2015)

Nosso poeta não somente baseia sua obra nesses conceitos da Paideia como sua poesia inspira a Educação enquanto conceito integral e holístico. Ângelo Monteiro, poeta nascido em Penedo, Alagoas, mas educado em Gravatá e radicado no Recife desde 1971, foi professor de Estética da Arte do Departamento de Filosofia da UFPE. Hoje aposentado, continua como grande expoente da Literatura Pernambucana, publicando intensamente poesia, crônicas e ensaios, sendo escolhido inclusive recentemente como membro da Academia Pernambucana de Letras. Apesar de ser enquadrado pelo crítico César Leal, então jornalista e editor do Diario de Pernambuco, nos anos 1960 como pertencente à chamada Geração 1965, segue uma trajetória própria, guiado por um senso estético que torna sua poesia com temas metafísicos e religiosos muito especial. Um poeta que reúne, em sua obra, influências barrocas que remetem aos poetas ingleses do Século XVII ou ao nosso poeta mais representativo do Barroco literário brasileiro, Gregório de Matos Guerra, que se assemelha a o autor de O Inquisidor (1975), um de seus livros mais aclamado, tanto  na identidade literária quanto do ponto de vista das influências – o poeta baiano Gregório, que foi educado num colégio jesuíta, enquanto Ângelo foi muito inspirado pelas suas, leituras de Santo Inácio de Loyola, resultando num poesia lúcida, transcendente,  que não segue na esteira da mediocridade literária que rege muitos de nossos contemporâneos, em se falando de poesia, como elucida José Augusto Mourão, em prefácio ao livro Todas as coisas têm língua (2008), reunião da obra completa do poeta até aquela data:

A poética de Ângelo Monteiro não ilude a questão do “habitar”, como acontece a muitos poetas “textualistas” que têm por inútil qualquer questionamento sobre a ligação da poesia com a existência e que professam ou a literalidade absoluta ou a intransitividade da escrita. [...] Ângelo Monteiro convoca o leitor para um lugar de inscrição do corpo próprio, servido pelas iguarias em que a memória depositou as suas cinzas. Quando o leitor se aproxima destes restos, é o seu próprio corpo que ressuscita, porque é deles que se compõe a matéria dos seus voos e o infinito do desejo a que a letra dá asas. Fica a questão de fundo que esses versos resguardam: “Se toda a salvação exige testemunhas, / Quem será testemunho, se a palavra calar?” (De passagem) (MONTEIRO, 2008, p. 29;31)

A poeta e crítica Lucila Nogueira bem destacou a presença dessa preocupação clássica, de formação de caráter estético, em Monteiro desde o lançamento de O Exílio de Babel, em 1990. A exemplo de Empédocles, afirma ela, Ângelo Monteiro tudo arrisca, jogando suas sandálias na boca do vulcão; como Plínio, o Velho, não hesita em se acercar de qualquer Vesúvio, na obsessão de ver mais de perto a rotação íntima das chamas. Longe de confundir Poesia com propaganda e verso com slogan, percebe que a arte pode ser, sobretudo, ocultação:

[...] Daí não transformar as palavras em utensílios de cozinha, mas em flores sensitivas nas varandas da paixão. Sabe que a palavra é uma vara mágica, um sésamo indizível no mutante labirinto da ilusão. A Poesia é a Casa e Viagem, sono e explosão (MONTEIRO, 19990, p. 11).

“Associemos, portanto, o mistério dos poetas metafísicos ingleses ao misticismo poético de São João da Cruz (Noite Escura e Subida do Monte Carmelo) e de Santa Teresa d’Ávila, a reformadora do Carmelo (Os sete castelos) e teremos a poesia de Ângelo Monteiro”, diz-nos Osmundo, um de seus críticos. Embora muitas sejam as influências em sua poesia, podemos sem dúvida citar Fernando Pessoa, Antero de Quental, Alphonsus de Guimaraens, Cruz e Souza e Jorge de Lima, esse último objeto de seu Mestrado em Filosofia pela UFPE. Nesse sentido, como pontua José Rodrigues de Paiva, jornalista e poeta, em comentário da orelha do livro Todas as Coisas têm Língua (2008):

A importância da poesia de Ângelo Monteiro faz-se sentir pelos leitores não especializados, tal o impacto que causa. Quando dela se tem uma visão de conjunto, observa-se que sua lírica já nasceu esteticamente madura, não se notando os habituais e naturais pontos fracos dos primeiros livros – encontráveis em qualquer autor, de que ainda se pode destacar a fragilidade quando comparados a trabalhos da maturidade. Isto que é comum até mesmo em autores consagrados, em Monteiro, praticamente não existe, tal é a homogeneidade de sua poesia.

Ângelo é o poeta da inquietação, procurando na poesia sempre questionar as realidades mais angustiantes do homem: de onde viemos, para onde vamos, qual o valor da arte? Filho de Nietzsche e de Santa Teresa d’Ávila, nas palavras de Renato Carneiro campos (MONTEIRO, 1992, p. 14), “herda do primeiro o desassossego da busca por uma reordenação de valores e da metafísica; da segunda, a mística com que parece banhar todos os seus versos mais profundos; de ambos, o estigma do sangue que se sublima, da carne que se transforma em espírito”, nas palavras do poeta e mestre em Teoria da Literatura Paulo Gustavo, em prefácio ao livro As armadilhas da Luz (1992). Continuando, afirma o crítico que, com Ângelo Monteiro, “estamos em pleno domínio do Barroco. Sua poesia – mais cristocêntrica do que propriamente cristã, é um constante e espiralado volver-se da circunstância ao símbolo, da encarnação ao espírito, da brevidade da vigília ao sonho do Eterno”( Idem, p. 14).. O Barroco nesse poeta renasce também na religiosidade, na identidade mística de sua obra. Mas tamanha religiosidade e senso de transcendência – influência ibérica e, mais especificamente, hispânica (Inácio de Loyola), não é algo abstrato e intangível. Antes se transforma em manto estético de imagens fortes e sensuais, não obstante escatológicas. Luz que desprende do fogo ou o ardor do desejo. Nesse sentido, usa desse “discurso amoroso” de que falamos anteriormente. A leitura de sua obra obriga o leitor a sair de sua zona de conforto do lugar comum, através da abstração simbólica e de uma estética que supera o moralismo, dando ao leitor a chance de imiscuir-se numa poesia “grave, consoladora e profundamente humana” (Paulo Gustavo).

Apesar de escrever versos brancos e livres, domina completamente a forma, escrevendo livros inteiros completamente metrificados, a exemplo de O Inquisidor (1975), no qual o terceto é modelo clássico único. São trinta os poemas, numa sequência que vai do “Primeiro” ao “Trigésimo Tema sem Júbilo”, o que nos revela a influência de Dante como também de Blake e do profeta bíblico Daniel. Tal rigor formal estende-se à numerologia e seus desdobramentos teosóficos e leva o poeta a um outro exercício, o do ostinato rigore. O “Primeiro tema” é construído em três partes de três tercetos cada uma, o “Segundo tema” por uma sequência (ininterrupta) de sete tercetos. Essa alternância construtiva será obedecida até ao final dos “Temas sem Júbilo” sem quebra de regularidade: a um poema formado por três partes de três tercetos, a cada uma segue-se um outro formato por sete tercetos sem divisão por partes. E assim do “Primeiro” ao “Trigésimo Tema sem Júbilo”. Entretanto, alguma coisa quebra esse rigor obstinado, como se o poeta não conseguisse conter o seu espírito órfico e dionisíaco, revelando que nele o dionisíaco acaba por se rebelar contra o apolíneo; é que à entrada do livro há um texto em prosa intitulado “Um pórtico” no qual o autor permite-se dar vazão à torrencialidade da sua voz transformada em escrita (MONTEIRO, 2008, p. 109):

Nesse sentido, sem dúvida, O Inquisidor é um livro surpreendente no contexto da época e da obra até aqui feita por Monteiro. Mas outros também merecem destaque, como O rapto das noites ou o sol como medida (1983), O exílio de Babel (1990), As armadilhas da luz (1992) ou Os olhos da vigília (2001), livros que revelam não somente a face metafísica, mas também criativa, irônica e irreverente de Monteiro. Um livro é uma árvore de palavras, um rizoma, não uma árvore de signos. Não é uma tela ou uma rede feito de espaços vazios? A linguagem não é apenas um código-objeto de Linguística, mas um “discurso amoroso”, uma relação profunda do escritor com a palavra (QUINTELA, 2010), como bem demonstra esse poema:

Falar não mata a quem nasceu com o fado/ de espalhar a beleza e o dom de amar./ A palavra só vale, se gerar/ alguma coisa além do formulado./ Da harmônica leveza no traçado,/ que seja a frase aérea e linear:/ Sem que se deixe nunca de lembrar/ que a ordenação não peque pelo enfado./ Lúcido, quanto à forma; e quanto à essência,/ que determina a forma do poema,/ é mister se elabore em chão de ausência./ Colhendo o inesperado e o pressentido:/ pois foi sempre do verso lei suprema/ de que só no mistério tem sentido. (Da Inauguração do Poema)

A poesia em Monteiro, portanto, é um longo e flamejante paradoxo. E em meio a um tempo tomado pelas trevas da vulgaridade, tempo em que a busca hedonística de prazeres efêmeros e o culto irracional do relativismo histórico imperam, a poesia nele surge como um Sol que, a um só tempo, ilumina e norteia o destino dos homens. É por isso que devemos revisitar a lírica de Ângelo Monteiro, poeta que, graças à sua sólida formação humanística e ao seu refinado senso estético, recusa-se a cultuar o “ramerrão” quotidiano, em cujo horizonte só cabem as ordens do dia, os editais e proclamas da mediocridade dominante (MONTEIRO, 2004, p. 61). Nesse sentido, nosso poeta não se preocupa em ser moderno, pois, como Drummond, sabe-se eterno – este último disse: “cansei de ser moderno, agora quero ser eterno”, em entrevista à TV Globo no final dos anos 1980; ele sabe que “o novo na arte não tem que ser sempre um escândalo ou uma ruptura; pode ser – e, na maioria das vezes, é o resultado de sutil exploração e aprofundamento temático e estilístico” (QUINTELLA, 2010, prefácio). O poeta, segundo Lucila Nogueira não confunde progresso científico com evolução do lirismo, não toma modismo como modernidade; e, consciente de que o suporte da criação é simultaneamente sub e suprarracional, jamais reduz seu talento à noção burocratizante tão em voga hoje em dia de poeta como ferreiro ou trabalhador braçal, pois pertence à categoria dos que sentem a Poesia como dom e nunca como mera instituição de contexto a serviço da pragmática (MONTEIRO, 1990, p. 11). A poesia de Ângelo Monteiro é, indiscutivelmente, difícil. Misteriosa, sibilina. Mística, impregnada de religiosidade, tocando muitas vezes as fímbrias do sobrenatural, mergulhando outras vezes numa atmosfera que, por estar carregada de extrema luminosidade, nos cega e nos aterroriza (QUINTELA, 2010, prefácio).

Analisando a obra de Ângelo Monteiro na perspectiva da Paideia grega, ou seja, da educação integral do ser, percebemos que toda leitura e interação com o mundo contribui para formação do indivíduo e não somente a escola. Verificamos também que Monteiro coopera para a formação do senso moral e estético do leitor, no sentido do que a obra dele diz do mundo e da Literatura e como isso interfere no caráter de identidade estética, formação do leitor. Por fim, Ângelo Monteiro reflete sobre a preocupação metafísica comum a todas as épocas, mas especialmente instigadora nos dias atuais, em que o vazio toma conta dos leitores, em suas escolhas literárias, do próprio panorama dos escritores contemporâneos e da baixa qualidade estética de suas obras.

 

 

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André Cervinskis é jornalista, ensaísta, mestre em Linguística pela UFPB. Produtor cultural, com vários projetos aprovados pelo FUNCULTURA-PE na área de Literatura. Com várias premiações nacionais e internacionais, tem 13 livros publicados em autoria própria e coautoria. Colabora com o site Interpoética e o jornal U-carboreto, ambos de Pernambuco, e o periódico Correio das Artes na Paraíba. Mora em Olinda-PE e teve avós lituanos. E-mail: acervinskis@gmail.com




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