Nei Lopes lança “Rio Negro, 50″


“Se há um termo malandro para definir Nei Lopes, este termo é “catigoria”, bem ao estilo baiano-carioca, como ouvi de um amigo baiano, Dino Coutinho, tio de Philippe — o da Seleção, do Liverpool etc. Pois bem. Nei Lopes é uma surpresa a cada ano. Nos força a cuidar do coração e do espírito. De compositor de sucessos, como o antológico “Senhora Liberdade” (parceria com Wilson Moreira), transformou-se também num escritor surpreendente e versátil.

Quem já o conhecia, acharia que ele fosse estacionar no campo do ensaio literário ou dos estudos acadêmicos, mas o advogado de Irajá se bandeou de vez para o lado da literatura e publicou o excelente “Bantos, malês e identidade negra”(1988). O escritor, entretanto, continuou a mergulhar cada vez mais fundo na história e cultura negras, do Brasil e de além oceano. Com isto, nos deu os alentados “Novo Dicionário Banto do Brasil” e a “Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana”.”

 

 

 

Leia mais: http://oglobo.globo.com/cultura/livros/obra-de-nei-lopes-fundamental-para-se-pensar-pais-a-sua-historia-15909334




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