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SEXTA-FEIRA, 10 DE MAIO.
19h – Mesa: Como a poesia contemporânea brasileira é divulgada pela internet?
Mediação: Frederico Barbosa.
Com Edson Cruz e José Luiz Goldfarb
Tamim al-Barghouti fala sobre impacto da poesia na Primavera Árabe:
Presença confirmada na Flip, em julho, o poeta egípcio de origem palestina analisa o movimento dois anos após a tomada da Praça Tahrir. Para Al-Barghouti, a mera existência de uma poesia árabe é um ato de resistência que zomba das fronteiras, dos governos e da ordem colonial. [...] Passados mais de dois anos, a Primavera deu lugar a um período tempestuoso no Egito, agora comandado pela Irmandade Muçulmana. Paralelamente, a guerra civil jogou a vizinha Síria nas trevas e ameaça os países ao redor. Diante da crise, a poesia, um modo de expressão valorizado na tradição árabe, invadiu as ruas, do Iêmen à Faixa de Gaza. “Uma coisa que as revoluções no mundo árabe fizeram é que todos agora escrevem poesia, e todos querem escutá-la”, contou Al-Barghouti, em entrevista exclusiva ao Prosa por e-mail, na qual analisou o papel da poesia nos protestos e falou sobre suas expectativas em relação à Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), em julho, onde participará de uma mesa sobre literatura e política.
[O Globo - 27/04/2013 - Por Pedro Sprejer]
Por Redação, PublishNews -
Marino Massimo de Caro não entendeu o que significava ser diretor da biblioteca mais antiga de Nápoles, quando, em Junho de 2011, foi nomeado pelo ministro da Cultura Lorenzo Ornaghi. Responsável pela segurança dos 170 mil livros da coleção da Biblioteca Girolamini, alguns deles centenários, decidiu vendê-los. Foi preso em Maio de 2012. Só na histórica instituição de Nápoles Caro roubou mil livros, mas o The Art Newspaper relatou agora que a operação teria sido muito mais ampla do que se acreditava. Mais de um ano depois de o alerta ter sido dado pelo historiador de arte Tomaso Montanari, Caro, juntamente com 14 cúmplices detidos, confessou ter roubado mais livros da Biblioteca dell’Osservatorio Ximeniano e da Biblioteca Scolopica San Giovannino, ambas em Florença. Os investigadores estão ainda investigandoos alegados roubos de outras bibliotecas nacionais de Florença, Roma e Nápoles.
Augusto de Campos fala sobre livro que será lançado no dia 16/03.
http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2013/03/09/augusto-de-campos-fala-sobre-seu-encontro-com-jorge-luis-borges-489060.asp
16 de março
Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos – Entrada Franca
ENTREVISTAS COM BORGES
com: Augusto de Campos e Omar Khouri
mediação: Edson Cruz
das 14h30 às 16h
Bate-papo com os poetas Augusto de Campos e Omar Khouri sobre Jorge Luis Borges e a nova tradução de Augusto de Campos. Os dois autores tiveram a oportunidade de entrevistar o escritor argentino e falarão como foi a experiência. A mesa será mediada pelo poeta e editor do selo Musa Rara, Edson Cruz.
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LANÇAMENTO DE LIVRO
das 16h às 18h
Lançamento de livro, QUASE BORGES – 20 Transpoemas e uma entrevista, de Augusto de Campos.
Hoje faleceu em São Paulo um dos maiores professores de literatura e estudiosos de poesia que este país já teve. Ivan Teixeira, que trabalhou em cursinho durante décadas, foi professor da USP e da Universidade do Texas. Ivan publicou trabalhos fundamentais, como edição fac-similar de Música do Parnaso, de Manuel Botelho de Oliveira; Poesias, de Olavo Bilac; Obras Poéticas, de Basílio da Gama, e sua grande obra, que é o livro Mecenato Pombalino e Poesia Neoclássica (Edusp/FAPESP, 1999), um dos mais importantes estudos da poesia do século XVIII no Brasil. Os milhares de alunos que Ivan Teixeira teve na vida estão de luto hoje. Entusiasmado pelo ensino, fez várias gerações de estudantes se aproximarem da literatura e sempre dividiu com generosidade e alegria seu vasto conhecimento. Eu, que tive o privilégio de trabalhar com ele por mais de uma década, nem posso começar a enumerar o tanto que aprendi com Ivan. Fica a homenagem ao grande professor, que se foi antes de completar 63 anos de vida.
O velório está acontecendo neste momento no Cemitério São Paulo (Pinheiros), até às 14 horas, quando seguirá o cortejo ao Cemitério Crematório Memorial Parque Paulista em Embu das Artes.
Não resta dúvida que a leitura é o terceiro maior prazer da vida. Mas peraí: começar a ler um cara que logo na primeira página diz que um bom escritor deve “evitar advérbios desnecessários, gerundismos e lugares-comuns”, prefiro mil vezes reler os meu próprios livrinhos. Pelo menos, nunca escrevi obviedades acacianas tão ululantes quanto nelsons rodrigues como este!
Amigos, por favor, nos ajudem.
Precisamos fazer pressão sobre o governo do Estado do Amazonas no sentido de que tome providências para reabrir nossa Biblioteca Pública, uma das únicas do estado. Ela está fechada desde 2008 e as desculpas para essa barbaridade são as mais esfarrapadas possíveis. Trata-se de um descaso acintoso para com a Literatura e com a nossa juventude que clama e luta por essa Biblioteca. Vejam o Movimento ABRE BIBLIOTECA – http://www.facebook.com/groups/459450744082089/?fref=ts com mais de ano de existência.
O Governador OMAR AZIZ prometeu para 15 de janeiro e até agora nada e nem notícia deu. Aqui fotos da audiência quando da promessa do governador. – http://cazadoresdebiblioteca.blogspot.com.br
Peço aos meus amigos que mandem um e mail para o Sr Fernando Prestes, assessor direto do governador. Fernando@casacivil.am.gov.br Exijam a abertura da Biblioteca. E, por favor, ponham no e mail sua cidade e estado e ou país . É preciso que eles percebam que esse é um movimento em que todo o Brasil é solidário. Divulguem, ajudem. Obrigada
Vera do Val
A Fundação Biblioteca Nacional voltou atrás na decisão de agraciar a obra “Poesia 1930-62″ (Cosac Naify), de Carlos Drummond de Andrade (1902-87), organizada por Júlio Castañon Guimarães, no Prêmio de Poesia Alphonsus de Guimaraens. O novo vencedor ainda não foi anunciado.
[Confira em http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1213392-biblioteca-nacional-anula-premio-para-obra-de-drummond.shtml]