Coisas e Anjos de Rilke


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COISAS E ANJOS DE RILKE – nova edição ampliada

Nesta nova edição de COISAS E ANJOS DE RILKE, Augusto de Campos ampliou para 130 as suas traduções, tendo acrescentado 70 poemas aos anteriores, sempre com ênfase nos Novos Poemas (1907-1908), a obra menos conhecida de Rainer Maria Rilke. O tradutor incluiu, também, mais alguns poemas do Livro de Imagens, e ainda outros, escolhidos dentre os Sonetos a Orfeu, que têm a ver com os poemas-coisa daquelas coleções. Acrescentou-lhes, por fim, outros poemas esparsos pouco divulgados, inclusive um raro poema visual do grande poeta de língua alemã. Assim renovado, o volume aumenta o painel da fase rilkeana iniciada sob a influência de Cézanne e Rodin.

 

 

 
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Augusto de Campos nasceu em São Paulo, em 1931. Poeta, tradutor, ensaísta, crítico de literatura e música. Em 1951, publicou o seu primeiro livro de poemas, O REI MENOS O REINO. Em 1952, com seu irmão Haroldo de Campos e Décio Pignatari, lançou a revista literária “Noigandres”, origem do Grupo Noigandres que iniciou o movimento internacional da Poesia Concreta no Brasil. O segundo número da revista (1955) continha sua série de poemas em cores POETAMENOS, escritos em 1953, considerados os primeiros exemplos consistentes de poesia concreta no Brasil. O verso e a sintaxe convencional eram abandonados e as palavras rearranjadas em estruturas gráfico-espaciais, algumas vezes impressas em até seis cores diferentes, sob inspiração da Klangbarbenmelodie (melodia de timbres) de Webern. Em 1956 participou da organização da Primeira Exposição Nacional de Arte Concreta (Artes Plásticas e Poesia), no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Sua obra veio a ser incluída, posteriormente, em muitas mostras, bem como em antologias internacionais como as históricas publicações Concrete Poetry: an International Anthology, organizada por Stephen Bann (London, 1967), Concrete Poetry: a World View, por Mary Ellen Solt (University of Bloomington, Indiana, 1968), Anthology of Concrete Poetry, por Emmet Williams (NY, 1968). Sua poesia está coligida principalmente em Viva Vaia (1979, 4ª ed. 2008), Despoesia (1994) e Não (2003, 2ª ed. 2008). Últimos estudos e traduções: Poesia da Recusa (2006), Quase-Borges (2006) e Emily Dickinson: Não sou Ninguém (2008). Site: www2.uol.com.br/augustodecampos




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